13 de março de 2010

L.U.T.O.

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“A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!”






E a gente sempre se pergunta o motivo de Deus nos tirar pessoas que queremos bem.
Temos que começar a perguntar por que somos tão egoístas a ponto de não querer que essas pessoas vão para um lugar bem melhor do que esse que nós estamos.
Querer que elas fiquem com a gente sempre...


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Um comentário:

Mima disse...

Ouça uma música de Catedral chamada A tempestade e o sol..


Fala sobre isso.

Tem alguma coisa mais humana que a morte??


Beeeiiijos*)